Contar histórias... que arte maravilhosa descobri! Uma entrega plena do nosso corpo, da nossa voz, dos nossos gestos, do nosso olhar a um conto, para quem quer abrir o coração e se deixar levar pelo mundo da fantasia, pelo encanto das histórias, pela liberdade da imaginação, pelos sons da alma. Qualquer um pode escutar, pode sentir no seu coração este fascínio dos contos, para isso basta abrir o coração e deixar-se levar...

E tantos corações grandes e pequenos se abrem ao som das histórias. Como sabe bem, ver aqueles olhares vivos e atentos de curiosidade. Basta que o narrador sinta verdadeiramente o conto, que ame cada palavra, que sinta cada som, cada cheiro da história para a poder narrar com a alegria necessária. Sem amor nada se faz. Nem um conto pode ser narrado, se não for amado por quem o transmite. O contador de histórias traduz no seu olhar a beleza de uma princesa, o medo por um fantasma, o mistério de um barco de piratas, o amor de uma amizade, a alegria de uma brincadeira. O contador de histórias é o livro aberto. Aquele que ama o conto e dá o conto para ser amado.
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